Ações tangíveis. Reconhecimento devido

 Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil foi eleito o segundo país em consumo sustentável. A informação é fruto da pesquisa Greendex 2009, realizada pela National Geographic Society em conjunto com o instituto de pesquisas GlobeScan, em 17 países. Os estudos mostraram, entre outros aspectos, que 46% dos brasileiros afirmam consumir produtos sustentáveis. Em geral, os resultados da análise vêm comprovar a crescente preocupação da população mundial em consumir produtos e/ou serviços que representem cada vez menos impacto ao meio ambiente e à sociedade. Sabendo disso, algumas organizações vêm se aproveitamento da situação e divulgando falsas ações de responsabilidade socioambiental em seus rótulos e campanhas publicitárias, com o único objetivo de conquistar a confiança de seus públicos de interesse e ganhar terreno no mercado atual. Foi o que mostrou recentemente o relatório Monitor de Responsabilidade Social Corporativa, publicado anualmente pelo instituto de pesquisas Market Analysis. Segundo a análise global, apenas 6% das empresas divulga os resultados reais de suas ações sustentáveis, o que confirma que muitas companhias estão praticando pelo mundo o chamado greenwashing – quando uma organização se empenha em “comercializar” uma imagem ecologicamente responsável, mas que não reflete sua realidade. Pensando em abrir espaço e evidenciar exclusivamente as organizações que se dedicam a mitigar as discrepâncias socioambientais, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, seccional Minas Gerais (ADVB MG) promove o Prêmio Top SocioAmbiental 2010, no qual o greenwashing não tem vez. Em sua segunda edição no estado mineiro, a premiação objetiva reconhecer empresas que demonstram na prática, por meio de suas ações junto à sociedade e ao meio ambiente, uma efetiva preocupação com o desenvolvimento igualitário e sustentável do país. Além disso, o evento ainda contribui para despertar no empresariado e comunidade a necessidade de se adotar uma postura mais coletiva e humanizada, incentivando a criação e proveito de práticas compatíveis com a atual demanda mundial. Se você acredita que sua organização está de fato trabalhando por um mundo melhor, clique aqui e inscreva-a no 2º Top SocioAmbiental ADVB MG 2010. Assim, você estará contribuindo para a proliferação de ações diferenciadas e possíveis em nosso cenário econômico, além de corroborar para que o reconhecimento chegue somente a quem realmente o merece.

Serviço: Top SocioAmbiental 2010

Realização: ADVB MG

Mais informações e inscrições: (31) 3271 3077 ou www.advbmg.org.br

Assessoria de imprensa: Natália Nascimento Telefone: (31) 8808-8885 / E-mail: conteudo@advbmg.org.br

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Eco Business 2010 estimula empresas e sociedade a repensarem a importância da sustentabilidade

 

As práticas sustentáveis deixaram de ser optativas e se tornaram uma necessidade para a maioria das empresas. Para discutir técnicas de gestão sustentável e motivar os empresários a aplicá-las, a ECO Business 2010Feira e Congresso Internacional de Econegócios e Sustentabilidade, reúne empresas e lideranças nacionais e internacionais para debater a sustentabilidade e sua importância nos negócios.  O evento será realizado entre os dias 31 de agosto e 02 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Este ano a feira e o congresso irão abordar a relação da sustentabilidade com mercado, política e sociedade trazendo grandes ícones do setor como Sérgio Abranches, cientista político, e José Domingos Gonzáles Miguez, um dos autores da proposta brasileira para o Protocolo de Kyoto.

A Eco Business se propõe a debater iniciativas adotadas pelo setor privado e governo e apresentar tendências no cenário de sustentabilidade e seus impactos. Também serão tratados alguns temas, tais como: fontes de financiamento para negócios e política de sustentabilidade como instrumento de competitividade empresarial. De acordo com Ricardo Guggisberg, organizador e idealizador do evento, o congresso busca refletir sobre como o cidadão e as empresas podem se organizar para gerar riqueza e lucratividade, consumindo menos recursos naturais.

Por Contato assessoria.

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Empresa apóia ongs e fornece hospedagem profissional gratuita

 

Entidades não governamentais e sem fins lucrativos que desempenham um papel social ou sustentável, agora têm um lugar para hospedar seus sites sem ter nenhum custo com isso. O XPG PRO tem o serviço de Hospedagem Social para estas instituições divulgarem seus trabalhos e manterem seus sites na internet.

A Hospedagem Social XPG PRO proporciona a inserção destas entidades na internet, e dá a oportunidade para aquelas que ainda não tem um site, de construir a sua porta de entrada, sem custo para isso.

A iniciativa da Hospedagem Social XPG PRO parte do princípio de que cada um pode e deve colaborar com o que tem para promover ações e iniciativas que ajudem comunidades carentes e o planeta. O objetivo de oferecer hospedagem gratuita para estas organizações é promover as atividades sociais realizadas por elas, e ajudar na divulgação para um novo público.

Para cadastrar a entidade no programa de Hospedagem Social do XPG, é necessário descrever as atividades realizadas por ela no link: www.xpgpro.com.br/social

O XPG PRO é a primeira empresa de serviços de internet a fornecer este tipo de serviço e já conta com a adesão de mais de 300 instituições no Brasil que são cadastradas e tem os mesmos recursos disponíveis que um cliente XPG PRO. Além do site, a empresa oferece caixas postais ilimitadas para cada instituição, banco de dados, suporte técnico e as pessoas responsáveis pelas entidades recebem orientação para registro de domínio e desenvolvimento e melhorias de seus sites.

Serviço:

XPG PRO

www.xpgpro.com.br/social

 

contato:

Danielle Rodrigues

danielle@xpg.com.br

Tel.  2148-2400 ramal 2193

 

 

 

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O que você faria na sua rotina de diferente para melhorar a vida no planeta

 

Concurso cultural questiona sociedade sobre práticas sustentáveis

Por Contato comunicação

Emissões de carbono, consumo de energia não-renovável, poluição, produção de lixo. São diversos os fatores que colaboram para as alterações ambientais e climáticas. Longos períodos de seca, chuvas provocando enchentes, desmoronamento de terras. Para combater causas como esta, surgiu um novo conceito de trabalho: os chamados empregos verdes. Define-se como Emprego Verde, postos de trabalho que contribuem direta ou indiretamente para reduzir emissões de carbono ou para melhorar a qualidade ambiental.

Em praticamente todas as áreas os empregos verdes estão relacionados com a redução dos impactos ambientais e a sustentabilidade. Seja na construção civil, nas energias renováveis, na agricultura, na indústria e também em serviços, como no turismo, mais de 1,5 milhão de brasileiros estão atuando na área. Segundo o Programa de Trabalho Decente e Empregos Verdes da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, para manter o aquecimento global controlado até 2050 será necessário o equivalente a 1% do PIB mundial por ano, e isso pode significar dois bilhões de pessoas empregadas em atividades sustentáveis no mundo. Surpreendentemente, combater o aquecimento global pode gerar mais empregos do que suprimi-los.

As preocupações com o planeta são consideradas cada vez mais importantes. E os colaboradores verdes estão fazendo a sua parte. E você? O que você faz ou poderia fazer para contribuir com a melhoria da vida no planeta.  A ECO Business 2010 – Feira Internacional de Econegócios e Sustentabilidade, que acontece de 31 de agosto a 02 de setembro, em São Paulo, está lançando um concurso cultural, chamando a atenção de todos para também adotar práticas sustentáveis. A ECO Business questiona: “O que você faria na sua rotina de diferente para melhorar a vida no planeta?”  Podem participar todos os visitantes da feira. Basta responder a pergunta e depositar o cupom na urna. O vencedor levará um netbook e segundo e terceiro colocado um aparelho celular.

A programação da ECO Business ainda conta com diversas atrações como a primeira Biblioteca Sustentável do país, Cinema 3D e Portal da Sustentabilidade, estimulando executivos de empresas a conhecerem técnicas de gestão sustentável e motivá-los a aplicá-las.

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Economia aquecida, planeta terra também.

 

 

Economia aquecida, planeta terra também.

Em tempos globalizados, é impossível ficar alheio a uma crise financeira, simplesmente por que a tendência é que ela afete todo o mundo em um efeito dominó. No entanto a crise econômica que assolou o mundo passou pelo Brasil e pelo menos segundo os especialistas, não ficou por muito tempo.

Geralmente um dos setores mais sensíveis é o mercado de trabalho, no Brasil, assim como já havia sido previsto, a crise financeira não tomou proporções catastróficas, especialistas alegam que este cenário se deu a uma economia aquecida, que tem como seu combustível principal, o consumismo que gera produção, que gera emprego, que gera consumo, que gera…LIXO!!!

Se o Brasil superou a crise econômica com pouca dificuldade, por outro lado, se tornou líder  na produção de lixo eletrônico.Nota-se claramente que já não existe uma preocupação por parte dos fabricantes  em produzirem produtos com mais qualidade e durabilidade, no entanto, não é exatamente este o motivo que leva o brasileiro a trocar de celular uma vez a cada dois anos, ou descartar seu computador usado ou sua geladeira.

Em diversos países do mundo, o consumismo é enaltecido exacerbadamente, no Brasil  não é diferente. A aquisição de um celular de altíssima geração, é super comum entre as classes C e D, tudo isso por conta do Status atrelado ao produto. Está cada vez mais comum o descarte de produtos  em boas condições de uso, apenas por que se tornaram “arcaicos”.

O consumismo move a economia e o ciclo que ajudou o Brasil a sair rapidamente da crise financeira, mas tropeça em outro aspecto muito importante nos dias de hoje, que é a preservação do meio ambiente.

Uma pesquisa recente revela que o Brasil lidera o ranking de lixo eletrônico, com 96 mil toneladas por ano, ficando atrás somente das 300 mil toneladas da china e ainda assim, estimando essa quantidade de modo per capto, o Brasil se mantém no primeiro lugar.

Mais preocupante que isso é a falta de empenho das empresas produtoras  de produtos tecnológicos em resolverem este problema  usando materiais menos prejudiciais ao meio ambiente, e não devemos esquecer também da falta de preocupação das pessoas. No caso dos lixos eletrônicos, celulares, impressoras, geladeiras, televisores, além da quantidade, existe a preocupação também com os materiais que compõem esses tipos de lixo, como é o caso de baterias e pilhas que devido à sua composição altamente tóxica, são capazes de poluir o solo de modo irremediável.

 Essa necessidade de consumo fabricada na cabeça dos brasileiros é boa para manter o ciclo econômico girando, mas tropeça nas questões ambientais que também são super importantes, pior do que isso, é que diferente do consumismo que já se tornou  parte da cultura do brasileiro, sustentabilidade e preservação ambientais, ainda não são disseminados e não fazem parte da nossa educação como deveriam fazer, e convenhamos que ser primeiro lugar só é bom quando essa liderança está atrelada a causas nobres. Diante disso, se os produtos oferecidos atualmente pelas empresas são ou não de boa qualidade e alta durabilidade, não faz diferença, afinal, produtos mais duráveis, não assegurarão que as pessoas o troquem com menos freqüência, pelo contrário, podem gerar um problema muito maior, que é a demora para decomposição no meio ambiente, isso é, se chegarem a se decompor em algum momento.

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